quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Não compre gato por lebre

Na pressa por preencher vagas, há empresas pulando uma etapa fundamental no processo de seleção: a checagem. Saiba como buscar as referências adequadas.

Era 2010. Uma grande empresa começou um processo de busca para preencher a vaga de gerente financeiro. Após passar por várias entrevistas com recrutadores e checagem de referências, o candidato, com passagem em duas multinacionais, foi selecionado para a conversa final com o cliente. Aprovado, seguiu para a fase de proposta e os procedimentos para sua contratação foram iniciados. Nessa etapa, uma última checagem foi feita — em um local que às vezes passa despercebido por selecionadores — a polícia. E aí o candidato perfeito foi desmascarado — ele havia sido julgado e condenado por crime de estelionato. O processo todo foi cancelado e a seleção começou de novo do zero.

Por muito pouco, essa empresa não caiu num perigoso conto do vigário — o que acontece, com mais frequência do que se imagina, com tantas outras que descuidam do ritual cansativo da checagem nas entrevistas de seleção. Num período de aquecimento, em que há poucos profissionais para as muitas vagas que se abrem, mais companhias estão dispostas a não só baixar a régua da competência na hora da contratação como também a diminuir o tempo de procura e etapas de checagem para preencher logo as posições. E aí o risco de comprar gato por lebre e provocar estragos na rotina da organização aumenta. Afinal, o erro numa contratação — especialmente para um cargo de liderança — custa caro. E não se trata de um custo financeiro apenas. Um deslize desse tamanho pode arranhar a imagem da companhia no mercado, prejudicando na futura contratação, além de provocar a desmotivação da equipe, pesando o clima organizacional.

A pressa, nesse caso, é literalmente inimiga da perfeição. “Em processos seletivos, otimizar não é uma opção”, diz Anna Carolina Frazão, gerente de aquisição de talentos da farmacêutica Bristol-Myers Squibb. “Uma contratação malfeita vai muito além de começar o trabalho do zero. Depois que a pessoa entra na empresa, você não pode demitir no dia seguinte — é preciso dar feedback e passar por todo um ciclo. Se nada der certo, terá de passar pelo desgaste da demissão e, aí sim, começar tudo de novo.”

Contra mentiras e omissões que vão desde aumentar o nível de fluência no inglês até casos como o do estelionatário, a solução é a checagem exaustiva. “Como 100% das minhas vagas demandam fluência em inglês, eu já faço a checagem por telefone, para ganhar tempo”, diz Aurea Imai, headhunter e sócia da Boyden, consultoria americana de recrutamento de executivo. Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, empresa que recruta e seleciona executivos para cargos de gerência e diretoria de companhias de grande porte, diz evitar sustos ao ser o mais detalhista possível durante as conversas com os candidatos. “Os entrevistadores mais experientes têm um processo de investigação mais profundo e não se limitam às primeiras respostas. Durante a própria entrevista, eles checam, com novas perguntas, informações fornecidas pelos candidatos”, diz ela.

Vencida a etapa da checagem durante o processo de entrevista, é hora de confirmar se as informações fornecidas pela pessoa tanto no currículo quanto na conversa são verídicas. Aurea realiza o que ela chama de referência 360 graus. “Eu converso com um ex-superior, um ex-par e um ex-subordinado, de forma a não prejudicar o candidato e levantar informações úteis, que serão decisivas para determinar se aquele é o profissional ideal para a vaga”, diz. Foi numa dessas checagens que ela detectou problemas de relacionamento em um profissional indicado para uma vaga de diretor comercial. “Durante conversa com seus superiores, tive excelentes referências. Mas, no momento em que fui buscar informações com pessoas que tinham trabalhado com ele, fiquei sabendo que, apesar de ser reconhecido como alguém que trazia ótimos resultados, havia até queixas de assédio moral contra ele”, afirma Aurea.

Mesmo sendo fundamental num processo de seleção, a checagem com outros profissionais que trabalharam com o candidato é a parte mais difícil do processo ó e por isso (além da pressa) é posta de lado muitas vezes. É preciso saber que há funcionários que podem mentir, para o bem e para o mal, nesse momento e também há aqueles que são proibidos pela companhia de falar de ex-funcionários. Nesse caso, algumas organizações americanas chegam a ligar à noite para profissionais (e em suas casas) a fim de deixar claro que estão buscando uma opinião pessoal sobre o candidato. Ser transparente nesse momento também é recomendável. Há recrutadores que pedem que seus clientes criem uma espécie de autorização formal para que os candidatos, cientes do processo, assinem e permitam que entrem em contato com outras pessoas para o momento da checagem.

Quando o virtual é mais real

A internet pode ser também uma poderosa aliada nessa investigação. Segundo as pesquisas do Laboratório de Mídias Sociais da Universidade Cornell, nos Estandos Unidos, os perfis publicados no mundo virtual são muitas vezes mais reais do que os dos velhos currículos de papel. Em estudo realizado com 119 formandos da universidade, verificou-se que as informações publicadas no LinkedIn continham menos mentiras sobre suas experiências profissionais do que as cópias em papel. “Como na rede as pessoas estão tornando suas informações públicas é mais fácil para companhias e recrutadores verificarem a veracidade do conteúdo e ter acesso às suas recomendações”, diz Danielle Restivo, gerente de comunicação corporativa do LinkedIn para Canadá e Brasil.

Segundo Danielle, o LinkedIn se esforça para tornar a ferramenta cada vez mais confiável para os recrutadores. “Qualquer um que perceber alguma fraude ou informação equivocada pode reportar a nós. Temos um trabalho intenso de policiamento para mantermos as informações publicadas na rede as mais fidedignas possíveis”, diz. “Por isso é muito improvável que alguém inclua informações falsas sobre a formação acadêmica ou experiências anteriores. A própria rede se encarrega de vigiá-los.”
Anna Carolina, da Bristol, é adepta da busca e checagem pelo LinkedIn. “Acesso muito o perfil Recruiter. Com ele, vejo detalhes dos profissionais, que me ajudam muito nesse processo de pesquisa”, diz. Aurea, da Boyden, usa também o Google. “Muitas vezes, na impossibilidade de confirmar algumas informações com referências, faço uma busca no Google pelo nome do candidato e levanto dados relevantes e determinantes para o meu processo de tomada de decisão.”

Fonte Voce RH

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Retrato dos talentos

Retrato dos talentos

A VOCÊ S/A fez uma pesquisa exclusiva com 46 RHs que coordenam programas de trainee, 121 jovens que são ou já foram trainees e 128 profissionais que convivem com essa moçada. Confira o resultado








Fonte: Voce S/A

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Escassez de talentos preocupa CFOs brasileiros

    Por mais que a expectativa brasileira de contratação para 2013 seja uma das maiores do mundo - por aqui, 71% dos tomadores de decisão querem expandir sua força de trabalho, segundo o site Career Builder -, a escassez de talentos continua tomando conta da agenda de muitos gestores, e não apenas os da área de recursos humanos.
    Uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas e a Universidade de Duke, dos Estados Unidos, revela que a maior preocupação dos executivos de finanças na atualidade se refere a contratação mão de obra qualificada. Quase dois terços dos CFOs brasileiros (65%) relatam que suas companhias têm dificuldades para atrair e reter bons funcionários. Para Klenio Barbosa, professor de economia da FGV e co-diretor da pesquisa,existe um descompasso entre as necessidades das empresa (em termos de capital humano) e as habilidades dos funcionários. “Felizmente, as empresas brasileiras mostram-se bastante dispostas a treinar trabalhadores. Apesar de 76% terem reduzido o investimento na formação (de pessoas) ao longo dos últimos anos, 100% dessas empresas planejam aumentar os gastos em treinamento para patamares acima dos recentes níveis históricos", completa o professor.
   O ritmo de contratações no Brasil deve aumentar moderadamente neste ano, segundo a pesquisa. Em média, as empresas devem ampliar em 3,3% número de funcionários em tempo integral. Os salários devem acompanhar a inflação e aumentar cerca de 7%.

Fonte: Você RH

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Cresce a presença das empresas nas redes sociais

  Um estudo feito pela Burson-Marsteller, empresa de relações públicas, mostrou que 88% das maiores companhias brasileiras utilizam, pelo menos, uma das mídias sociais mais populares do momento (facebook, twitter, google+, dentre outras) como plataforma de comunicação, o que representa um aumento de 25 pontos percentuais em relação à pesquisa de 2010. Esse índice superou o da América Latina (65%) e o global (87%).

  O Twitter se destacou como a plataforma que mais cresceu, sendo utilizado por 53% das empresas analisadas na América Latina. O facebook aparece na sequência, com 50% de adesão. Desde 2010, a média de seguidores por perfil corporativo analisado saltou de 19 023 para 66 958 usuários na região latina. Além do crescimento no uso das mídias sociais como plataforma de comunicação corporativa, é possível notar, pela pesquisa, que as companhias têm desenvolvido perfis diferentes para suas várias marcas, permitindo que elas dialoguem com públicos específicos em mercados bem definidos. 

“O estudo mostra não só o aumento da presença das empresas nas redes sociais, mas um crescente engajamento das organizações com seus stakeholders”, comenta Ramiro Prudencio, CEO da Burson-Marsteller para a America Latina.

Fonte: Você RH

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Executivos estão otimistas com o cenário de 2013

    A maior parte dos líderes das empresas brasileiras possui boas perspectivas para 2013, conforme revela uma pesquisa da consultoria Robert Half feita com 294 executivos de alta gerência. O otimismo registrado nesse levantamento, que atinge 68,2% dos entrevistados, é um pouco menor que o percebido para 2012, quando 72,7% dos executivos tinham uma visão positiva em relação ao ano novo.
    De qualquer forma, as boas perspectivas para 2013 estão baseadas, principalmente, no crescimento da economia brasileira, de acordo com 46,3% dos pesquisados. Os grandes eventos que o país deve receber, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, também fomentam as promessas de um ano promissor, assim como a solução para crise internacional e o pré-sal.
   O levantamento ainda mostra que 59,5% dos participantes pretendem investir em 2013 mais do que em 2012 e 39,3% deve contratar mais do que no ano passado.

Fonte: Você RH

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

As carreiras que tiveram alta e baixa salarial na última década

    Profissionais de medicina, engenharia civil, engenharia química, dentre outros, viram seus salários dispararem na última década. No mesmo período, as áreas de administração, ciências da computação, marketing e farmácia registraram quedas de salário, indicando uma menor demanda por esses profissionais no mercado. É o que mostra o estudo “Talentos - As profissões e o mercado de trabalho brasileiro entre 2000 e 2010”, produzido pela Brasil Investimentos & Negócios (BRAiN).
    Tomando como base os censos de 2000 e 2010, o relatório compara os salários dos trabalhadores com nível superior em diversos setores com os dos que concluíram o ensino médio – cujo salário mensal em 2010, foi de, em média 1 317 reais.
    Em algumas áreas - como a engenharia civil - a diferença salarial entre o profissional de nível superior e o de nível médio, que era de 200% no ano 2000, passou para mais de 250% em 2010. “Isso mostra que a demanda por esse tipo de profissional está aumentando mais rapidamente que a oferta, ou seja, o mercado está demandando mais engenheiros civis”, explica André Sacconato, economista e diretor de pesquisa da BRAIN. O mesmo raciocínio vale, por exemplo, para as carreiras de engenharia química, medicina e arquitetura.

Confira abaixo a lista das profissões cujos salários aumentaram na última década:

Medicina
Militar
Engenharia Civil
Ciências Sociais
Engenharia Química
Arquitetura
Outras Engenharias
Estatística
Engenharia Elétrica
Engenharia Mecânica
Economia
Ciências Físicas
Biblioteconomia
Direito
Artes
Odontologia
Veterinária
Serviço Social
Física
Contabilidade

Profissões cujos salários diminuíram na última década

Administração
Filosofia
Jornalismo
Marketing
Atuarias
Ciências da Computação
Farmácia
Hotelaria
Matemática
Enfermagem

Fonte: Você RH

sábado, 5 de janeiro de 2013

NUMEROLOGIA PARA 2013

O ano de número 6

   Esse será um ano voltado para se trabalhar em grupo, seja ele no trabalho ou em família.
E essa simbologia representa a união de pessoas dotadas de ideais semelhantes. O objetivo, em 2013, será fazer algo em prol da família, dos amigos, dos clientes ou da sociedade.
   Será um ano voltado para ajuda ao próximo, principalmente em catastrofes da natureza, as pessoas trabalharão em equipe na ajuda ao outro. Será muito favorável para esse trabalho assistencial. 
   É um ano para rever pendências familiares, brigas, magoas entre outros problemas pessoais e profissionais.
   O campo profissional estará em constante mudança, onde haverá oportunidades para aqueles que gostam de trabalhar em equipe.
   O 6  será um ano em que a moda, a decoração, a beleza e a arte se destacarão. Se puder, portanto, cuidar mais de sua aparência e de sua saúde, assim como de seu lar, você estará em harmonia com as demandas do ano.
    Nunca esquecendo que o pensamento positivo é fundamental para as coisas fluirem, as cores claras, alegres serão grande destaque. Os grandes líderes ou seja o bom líder terá seu esforço reconhecido e fara grandes tranformações favoraveis para nosso planeta, enquanto os pessímos líderes serão vistos e recebendo um retorno negativo em seus projetos.
    O objetivo do número 6 é tornar o ambiente positivo seja ele interno ou externo, a busca do acertar será maior, ou seja as pessoas estarão preocupadas em acertar fazer diferente para que haja reconhecimento em seu trabalho.
   Enfim o ano 2013, estará favorável para famílias, união de casais e harmonia com o ambiente. principalmtente para aqueles que pensam em fazer a coisa certa, havera um retorno positivo.