sexta-feira, 13 de abril de 2012

A História da Sexta-feira 13





Sexta-feira 13, mais uma vez.
Não será a primeira e nem a última.
Apenas mais uma. No entanto, para os supersticiosos, não é tão simples assim.

Segundo alguns pesquisadores, o mito da sexta-feira 13 teria sua origem em duas lendas nórdicas (ou escandinavas).

A primeira parece explicar o estigma do número 13 e conta que houve um banquete em Valhalla, o palácio para onde íam os guerreiros mortos em batalha, para o qual foram convidadas 12 divindades. Loki, o deus do fogo, talvez o mais controverso do panteão nórdico, não foi convidado e, enciumado, apareceu sem ser chamado e armou uma cilada para Baldur, o deus do Sol ou da luz, o preferido de Odin, deus dos deuses. Deste relato surgiu a idéia de que ter 13 pessoas à mesa para um jantar era desgraça na certa.

A associação com a sexta-feira parece ter vindo da segunda lenda nórdica, que fala de Frigga ou Freya, a deusa escandinava da paixão e da fertilidade. Segundo a lenda, quando as tribos nórdicas e germânicas foram obrigadas a se converter ao cristianismo, as narrativas passaram a descrevê-la como uma bruxa, exilada no alto de uma montanha. Dizia-se, então, que, para vingar-se, ela se reunia todas as sextas-feiras com outras 11 bruxas e o demônio, num total de 13 entidades, para rogar pragas sobre os humanos. Isso era usado para incitar a raiva e a animosidade das pessoas contra Frigga, embora nem sequer existissem figuras malignas como o diabo nessas culturas.

Como a sexta-feira era um dia consagrado à deusa Frigga ou Freya (cujo nome deu origem ao nome do dia da semana nas línguas anglo-saxônicas) e, portanto, ao feminino, o advento do patriarcado judaico-cristão fez com que esse dia fosse o escolhido para ser amaldiçoado, como tudo o que dizia respeito às mulheres, como a menstruação, as formas arredondadas, a magia, o humor cíclico, o pensamento não-linear, etc.

Estas lendas, embora muito anteriores, parecem ter sido consolidadas ou associadas ao relato bíblico da última ceia, em que havia 13 à mesa, às vésperas da crucificação de Jesus, que ocorreu em uma sexta-feira. O 13º convidado teria sido o traidor causador da morte de Jesus, Judas Iscariotes, exatamente como Loki foi o causador da morte do filho de Odin, por meio de uma cilada.

Lendas à parte, o fato é que, muitas pessoas, supersticiosas, evitam viajar em sexta-feira 13; a numeração dos camarotes de teatro omite, por vezes, o 13; em alguns hotéis não há o quarto de número 13, que é substituído pelo 12-a; muitos prédios pulam do 12º para o 14º andar, temendo que o 13º traga azar; há pessoas que pensam que participar de um jantar com 13 pessoas traz má sorte, porque uma delas morrerá no período de um ano. A sexta-feira 13 é, enfim, considerada um dia de azar e toma-se muito cuidado quanto às atividades planejadas para este dia.

Essa interpretação, porém, é tão arbitrária quanto regionalizada, já que em vários outros locais do planeta o número 13 parece ser estimado como símbolo de boa sorte. O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este um símbolo de próspera sorte. Na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado e os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, é comum os dísticos místicos dos templos serem encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo e adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas.

O que então faz a diferença? O que faz com que o número 13 e a sexta-feira sejam positivos para alguns e negativos para outros, e ainda neutros para outros?

Mais uma vez é tudo uma questão de sintonia. Somos o que pensamos, transformamo-nos naquilo em que acreditamos, vivemos naquilo em que criamos para nós mesmos.

Cultivadas e difundidas há séculos, estas lendas vêm criando à sua volta todo um complexo espiritual e energético, alimentado e suportado pelas próprias mentes que crêem em seus relatos ou que, mesmo não conhecendo estes relatos, crêem nestas superstições.

Pensamentos e sentimentos são energia. Tudo o que pensamos e sentimos gera modificações vibratórias nas nossas energias, na nossa aura, no ambiente à nossa volta. E o mesmo acontece quando expressamos, ainda que silenciosamente, as nossas crenças, os nossos medos, as nossas superstições, opiniões, etc.

Crenças, símbolos, mitos e lendas cultivados por muito tempo e por muitas gerações tendem a criar imensos campos vibratórios coletivos (holopensenes), formados pelas emanações mentais e emocionais de todas as criaturas que, de alguma forma, se afinizaram e ainda se afinizam com os seus objetivos, princípios ou idéias. Como são muito grandes e também muito fortes, campos como estes podem perdurar por séculos ou nunca se extinguir se sempre houver alguém disposto a realimentá-los com suas crenças e idéias, modificando as energias ao seu redor e entrando em sintonia com aquelas energias.

Esses campos imensos estão por aí, suspensos, pairando sobre nós. Imaginemos, assim, o campo vibratório referente à desavisada sexta-feira 13. Quantas e quantas criaturas o vêm realimentando? E há quanto tempo? Baseadas em quê? Lendas antigas? Ou mitos criados por religiosos que nada mais desejavam do que afastar os povos de suas crenças originais por meio do medo para alcançar mais poder?

De que tamanho será que ele está hoje? E a cada sexta-feira 13 que aparece no calendário ele se torna um pouco maior, e mais forte, alimentado por supersticiosos que insistem em continuar repetindo mecanicamente manias dos seus antepassados.

A sexta-feira e o 13, juntos ou separados, na verdade, nada podem. Eles mesmos não têm poder algum. São inofensivos. O poder está em quem acredita que eles têm poder. O poder, para o bem ou para o mal, está em que acredita que eles podem criar, gerar ou fazer o bem ou o mal. Assim, se alguém acreditar que a sexta-feira 13 dá ou traz azar, irá se conectar ao respectivo campo vibratório já existente, contaminando-se de toda a angústia, o medo e o terror armazenados lá, atraindo para si algo da energia "ruim" que há ali, podendo, assim, provocar algo de "ruim" em sua vida. Não é, portanto, a sexta-feira 13 que traz azar, mas o supersticioso que vai buscá-lo toda sexta-feira 13, com os seus pensamentos, o seu medo, a sua própria angústia e falta de confiança. Na realidade qualquer dia pode ser considerado "ruim" basta se pensar negativo, ter pensamento negativo atrai coisas negativas.

TRISCAIDECAFOBIAS são medos irracionais e incomuns do número 13. Os medos específicos das sextas-feiras 13s são chamados de PARASCAVEDECATRIAFOBIAS ou FRIGATRISCAIDECAFOBIAS.
triscaidecafobias são fobias muito raras na Psiquiatria. Algumas pessoas sofrem destas fobias.

Fonte: Folclores e Mitos

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A importância do RH nas PMEs

Como desenvolver e manter a gestão eficaz dos recursos humanos em uma empresa de pequeno porte para envolver e reter talentos? E como o departamento pode apoiar o processo de crescimento da companhia? Estas questões são comuns aos gestores de pequenas organizações, que se preocupam com o bem-estar dos colaboradores e acreditam que o ambiente profissional é fundamental para sua fidelização.

O RH é essencial para que uma empresa cresça de forma estruturada e sustentável, uma vez que, a partir do plano de negócio definido pela diretoria, o departamento de gestão de pessoas pode orientar os colaboradores na busca dos resultados esperados. Mas, para que isso funcione de modo satisfatório, os decisores precisam enxergar no RH um verdadeiro aliado, pronto para garantir o suporte necessário na condução do crescimento da companhia. As expectativas precisam ser claras e traçadas em conjunto, assim o profissional terá uma visão macro de onde a empresa pretende chegar e o que deve fazer em seu dia a dia, transformando planos em metas.

O que muitos gestores não sabem é que mesmo uma empresa de pequeno porte pode, ou melhor, deve ter um RH atuante e organizado para mediar as relações, compartilhar informações, criar padrões de trabalho e acompanhar sua evolução. Muitos erram ao tentar adaptar nas pequenas e médias empresas (PMEs) modelos prontos que funcionam em grandes corporações. O RH de uma empresa precisa nascer com ela, estar presente desde sempre, fazer parte do seu DNA, pois isso garante que as ações sempre estarão alinhadas às necessidades de cada fase.

Numa pequena empresa a proximidade das pessoas pode ser um grande diferencial, até competitivo. Uma equipe próxima tende a ficar mais forte e comprometida. E reforço que proximidade não significa falta de profissionalismo ou regras, mas a possibilidade de ser mais flexível e adaptável. Não raro, colaboradores que trocam uma grande empresa por uma PME sentem um choque positivo. Acostumados à falta de flexibilidade, muitos se surpreendem com a opção de ter os benefícios ajustáveis a suas necessidades e cargo, por exemplo, o que geralmente é inviável em uma grande corporação pela dificuldade de operacionalizar cada caso separadamente.

Quando se tem uma equipe menor, o RH consegue desenhar planos de carreira e desafios de acordo com perfil e aptidão de cada colaborador, sempre alinhado às metas da empresa, e acompanhar de perto o desenvolvimento do mesmo. O profissional, por sua vez, gosta de ter seu plano personalizado, sente o quanto seus pontos fortes são valorizados e utilizados, além de ter claro o caminho que deve seguir para melhorar seus pontos mais fracos. Esse acompanhamento também fica mais fácil numa PME, onde os gestores conseguem se envolver pessoalmente no desenvolvimento dos seus colaboradores.

Os executivos também precisam ter em mente que uma pequena empresa não pode usar o seu porte como argumento para oferecer salários abaixo do mercado. Independentemente do tamanho de uma companhia, ela sempre deseja os melhores profissionais, afinal, disso depende seus resultados e crescimento. Portanto, para ter os melhores colaboradores, é preciso oferecer salário e benefícios compatíveis.

Qualquer empresa, independentemente de porte ou segmento de atuação, é feita por pessoas. Em alguns casos, como nas empresas de consultoria, por exemplo, isso é ainda mais característico, pois o capital intelectual é o principal ativo, fazendo com que o sucesso dos negócios esteja diretamente relacionado à dedicação desses profissionais que, por sua vez, produzem melhor quando se sentem motivados e valorizados. Portanto, a gestão do capital humano sempre requer atenção e deve ter como foco o desenvolvimento de ações em prol do bem comum, administrando a busca por ganhos de todos os lados.


Fonte: Você RH

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Chocolates Garoto anuncia vagas de trabalho

A Chocolates Garoto está com vagas de trabalho abertas em quatro funções: eletricista industrial, almoxarife técnico, analista de benefícios e analista de marketing. Para o cargo de eletricista, o interessado deve ter curso técnico em eletrotécnica, experiência como eletricista de manutenção industrial e domínio em PLC, automação industrial e painéis de comando de baixa tensão. Para ser almoxarife, o candidato dever ter ensino médio completo, bom domínio do pacote office, vivência em rotinas administrativas, estoque e/ou almoxarifado e conhecimento em sistema SAP. É esperado que o analista de benefícios tenha ensino superior completo em administração, ciências contábeis e/ou cconomia, bom domínio pacote office, conhecimento avançado em excel, inglês intermediário e  conhecimento no sistema SAP. Já para a função de analista de marketing o profissional deve ensino superior completo em administração e/ou marketing, inglês avançado e vivência na área.

 As inscrições de currículo podem ser feitas no site  http://www.psicostore.com.br/site/.