Ensino Superior cursando ou completo em Administração,
Logistica Economia ou área afins;
Experiência com PCP,
desejável no segmento eletroeletrônico;
Microsoftm Office Avançado(Word,Excel,Power Point);
Desejável Inglês Intermediario.
Enviar CV para:
sony.selecao@am.sony.com
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
ANALISTA DE DEPARTAMENTO PESSOAL
Ensino Superior Completo.
Experiência comprovada em CTPS.
Vivência no ramo de construção civil. Atividades:
Fechamento da Folha de Pagamento.
Emissão das guias de INSS, FGTS, IR e etc... Homologação de rescisão no Sindicato.
Atuar como preposto em audìência Trabalhista e etc...
Enviar CV para:
andrea@naleengenharia.com.br
Experiência comprovada em CTPS.
Vivência no ramo de construção civil. Atividades:
Fechamento da Folha de Pagamento.
Emissão das guias de INSS, FGTS, IR e etc... Homologação de rescisão no Sindicato.
Atuar como preposto em audìência Trabalhista e etc...
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andrea@naleengenharia.com.br
Auxiliar de RH
Deccrição:Ensino Superior Cursando,desejável conhecimento em apuração de Ponto eletrônico e rotinas de administração de pessoal.
Enviar CV para:
selecao@superatacadonovaera.com.br
Enviar CV para:
selecao@superatacadonovaera.com.br
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Geração Y fala sobre trabalho
Jovens de todo o mundo estão preocupados com a falta de oportunidades de trabalho, e pedem que os governos aumentem os investimentos nesta área. Essa informação consta no Relatório Mundial da Juventude, documento divulgado nessa semana pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (DESA).
O relatório lembra que a taxa de desemprego global de juventude atingiu seu recorde histórico em 2009, quando cerca de 75,8 milhões de jovens ficaram desempregados. Em 2010, a taxa de desemprego global de jovens era 12,6%, muito maior do que a taxa de desemprego mundial adulto de 4,8%.
Hoje, cerca de 152 milhões de trabalhadores jovens são de famílias que estão abaixo da linha da pobreza (vivem com menos de 1,25 dólar por dia), compreendendo 24% dos trabalhadores pobres do mundo.
Gênero
Em 2010, a taxa de desemprego total dos jovens foi de 25,5% no Oriente Médio e 23,8% no Norte da África. O desemprego entre as jovens do sexo feminino nessas regiões foi alto, chegando a 39,4% no Oriente Médio e a 34,1% no Norte de África.
No mesmo ano, a taxa de desemprego global entre jovens mulheres foi de 12,9%, comparada com 12,5% para os homens jovens. Nas economias desenvolvidas, na União Europeia e no leste da Ásia, o homem jovem tem experimentado taxas de desemprego ligeiramente mais elevadas do que as mulheres jovens.
Educação e futuro
O relatório revela também que os jovens estão preocupados com a qualidade e a relevância de sua educação: “Hoje deveria ser mais fácil encontrar um emprego porque nossa geração é mais educada, mas há uma inadequação entre a formação oferecida e as necessidades do mercado de trabalho”, afirmou um rapaz senegalês de 24 anos.
Por outro lado, as oportunidades oferecidas pelos empregos “verdes” ou sustentáveis, as novas tecnologias e o empreendedorismo geram esperanças para os jovens, que também salientam a necessidade de ser pró-ativo e manter uma visão positiva para encontrar empregos decentes, como disse um jovem espanhol Leo de 28 anos: “Precisamos inovar, arriscar, criar.”
Sobre o relatório
A Organização das Nações Unidas (ONU) convocou jovens e representantes de organizações que atuam em prol da juventude para compartilhar, por meio de plataformas digitais e mídias sociais, suas opiniões, experiências e recomendações sobre como se preparar, ingressar, ter acesso e permanecer no mercado de trabalho. Foram recebidos aproximadamente 1 100 depoimentos (incluindo fotos e vídeos) durante quatro semanas.
Fonte: Você RH
O relatório lembra que a taxa de desemprego global de juventude atingiu seu recorde histórico em 2009, quando cerca de 75,8 milhões de jovens ficaram desempregados. Em 2010, a taxa de desemprego global de jovens era 12,6%, muito maior do que a taxa de desemprego mundial adulto de 4,8%.
Hoje, cerca de 152 milhões de trabalhadores jovens são de famílias que estão abaixo da linha da pobreza (vivem com menos de 1,25 dólar por dia), compreendendo 24% dos trabalhadores pobres do mundo.
Gênero
Em 2010, a taxa de desemprego total dos jovens foi de 25,5% no Oriente Médio e 23,8% no Norte da África. O desemprego entre as jovens do sexo feminino nessas regiões foi alto, chegando a 39,4% no Oriente Médio e a 34,1% no Norte de África.
No mesmo ano, a taxa de desemprego global entre jovens mulheres foi de 12,9%, comparada com 12,5% para os homens jovens. Nas economias desenvolvidas, na União Europeia e no leste da Ásia, o homem jovem tem experimentado taxas de desemprego ligeiramente mais elevadas do que as mulheres jovens.
Educação e futuro
O relatório revela também que os jovens estão preocupados com a qualidade e a relevância de sua educação: “Hoje deveria ser mais fácil encontrar um emprego porque nossa geração é mais educada, mas há uma inadequação entre a formação oferecida e as necessidades do mercado de trabalho”, afirmou um rapaz senegalês de 24 anos.
Por outro lado, as oportunidades oferecidas pelos empregos “verdes” ou sustentáveis, as novas tecnologias e o empreendedorismo geram esperanças para os jovens, que também salientam a necessidade de ser pró-ativo e manter uma visão positiva para encontrar empregos decentes, como disse um jovem espanhol Leo de 28 anos: “Precisamos inovar, arriscar, criar.”
Sobre o relatório
A Organização das Nações Unidas (ONU) convocou jovens e representantes de organizações que atuam em prol da juventude para compartilhar, por meio de plataformas digitais e mídias sociais, suas opiniões, experiências e recomendações sobre como se preparar, ingressar, ter acesso e permanecer no mercado de trabalho. Foram recebidos aproximadamente 1 100 depoimentos (incluindo fotos e vídeos) durante quatro semanas.
Fonte: Você RH
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Tecnica de Enfermagem do Trabalho
Formação: Técnnico Enfermagem do Trabalho (imprescidível registro no COREM) Disponibilidade para trabalhar em Turnos
Conhecimentos Necessarios: Informática (Office) Relacionamento Interpessoal no Trabalho Sera um diferencial: Gestão da Qualidade ISO 9001:2008
Enviar CV para:
anapaula.ferreira@showabr.ind.br
Conhecimentos Necessarios: Informática (Office) Relacionamento Interpessoal no Trabalho Sera um diferencial: Gestão da Qualidade ISO 9001:2008
Enviar CV para:
anapaula.ferreira@showabr.ind.br
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Aprendizagem Afetiva
Fala-se muito em novos processos de aprendizagem nas organizações modernas. Pois bem, este tema é importante, pois coloca a questão das interações entre as pessoas e suas atividades numa perspectiva de mudança constante e aperfeiçoamento contínuo. No entanto, para que a aprendizagem organizacional seja realmente efetiva, é necessário que se entenda seus princípios básicos. Vejamos:
A aprendizagem pode ser definida como o modo como os seres adquirem novos conhecimentos, desenvolvem competências e mudam o comportamento. A complexidade desse processo se dá, principalmente, porque é difícil entender a aprendizagem se fizermos recortes de realidade para explicá-la. Aprendizagem é um todo. As explicações são apenas pequenos esclarecimentos sobre fragmentos daquilo que se pretende entender. Tomar a parte pelo todo é reduzir o todo a algo explicável. Isto nos desafia a ver o todo de qualquer coisa, o que só ocorre se considerarmos quatro premissas básicas.
Primeiramente, a aprendizagem deve transitar da dimensão individual para a dimensão coletiva. O conhecimento, quando ensimesmado, torna-se fonte de solidão e de doença. Saber é saber para todos e não para si. Esse egoísmo epistêmico torna-nos cheios de informação, vazios de sabedoria e prepotentes. Se sei, sei para nós. Quando um observador descobre o verdadeiro sentido do conhecimento, descobre o outro em sua frente. O papel do saber é esvair-se dele para continuar a aprender.
Ter com quem compartilhar o conhecimento nos torna capazes de descobrir as diferenças e conviver com elas. Diferenças agregam conhecimento como possibilidade. Não se trata de adesão a tudo. Trata-se de reconhecer que o que sei é apenas uma possibilidade entre infinitas possibilidades. Posso não concordar com a percepção do outro observador, mas devo reconhecer que sua percepção é legítima.
Em segundo lugar, a aprendizagem deve transitar da desagregação para a agregação. Conhecer é fazer com que o entendimento seja capaz de manter distintos observadores juntos, apesar de suas diferenças. O grupo de observadores, em processo de relacionamento, constrói algo que lhes é comum e é esse algo que os mantém juntos como grupo. Conhecer, com efetividade, é ter a consciência de que participo de algo que me mobiliza, mas que também é fruto de minhas interações.
Em terceiro lugar, a aprendizagem efetiva abre mão do juízo crítico e caminha para a aprendizagem comprometida. Isso quer dizer que a crítica pela crítica é uma forma adoecida de relacionamento. Quando critico, mas não estou disposto a contribuir para a mudança, o que faço, de fato, é instalar um clima desagregador. Isso contribui para uma drástica redução da capacidade do grupo de se auto superar. Contamino os outros por um imobilismo cuja consequência é um cinismo relacional.
Na aprendizagem comprometida, a crítica é uma declaração do modo diferente como vejo as coisas, mas, embutido neste modo, há o desejo e a disposição para uma ação concreta e verdadeira na direção da mudança. Não é necessário que tudo aconteça do modo como desejo, mas, a crítica feita, sugere uma ação possível. A aprendizagem efetiva requer uma atitude proativa em relação às coisas e aos relacionamentos.
Em último lugar, a aprendizagem efetiva sugere que se tenha um deslocamento da premissa científica para a experiência existencial, em primeira instância. Considerar isso nos leva a entender que a experiência existencial precede a razão científica das coisas. Todos nós temos experiências existenciais com as coisas bem antes de ter alguma explicação sobre elas. Nossa perspectiva experimental é mais intensa do que a racionalidade com a qual explicamos essa experiência. Uma descrição pormenorizada de uma determinada fruta é bem mais pobre do que a experiência de degustá-la.
Longe de mim descrer da possibilidade científica, mas quero acentuar que a experiência existencial fornece uma possibilidade cognitiva-emocional bem mais intensa. Podemos viver sem a ciência - aliás a humanidade fez isso durante milênios - mas não vivemos sem a "experiência com as coisas". A aprendizagem efetiva inaugura uma nova forma de ver nossas relações com a novidade e com o desconhecido. Propõe a novidade como método, o envolvimento como hábito e o outro como parceiro.
*Homero Reis é coach e consultor em gente e gestão
Fonte Você RH
A aprendizagem pode ser definida como o modo como os seres adquirem novos conhecimentos, desenvolvem competências e mudam o comportamento. A complexidade desse processo se dá, principalmente, porque é difícil entender a aprendizagem se fizermos recortes de realidade para explicá-la. Aprendizagem é um todo. As explicações são apenas pequenos esclarecimentos sobre fragmentos daquilo que se pretende entender. Tomar a parte pelo todo é reduzir o todo a algo explicável. Isto nos desafia a ver o todo de qualquer coisa, o que só ocorre se considerarmos quatro premissas básicas.
Primeiramente, a aprendizagem deve transitar da dimensão individual para a dimensão coletiva. O conhecimento, quando ensimesmado, torna-se fonte de solidão e de doença. Saber é saber para todos e não para si. Esse egoísmo epistêmico torna-nos cheios de informação, vazios de sabedoria e prepotentes. Se sei, sei para nós. Quando um observador descobre o verdadeiro sentido do conhecimento, descobre o outro em sua frente. O papel do saber é esvair-se dele para continuar a aprender.
Ter com quem compartilhar o conhecimento nos torna capazes de descobrir as diferenças e conviver com elas. Diferenças agregam conhecimento como possibilidade. Não se trata de adesão a tudo. Trata-se de reconhecer que o que sei é apenas uma possibilidade entre infinitas possibilidades. Posso não concordar com a percepção do outro observador, mas devo reconhecer que sua percepção é legítima.
Em segundo lugar, a aprendizagem deve transitar da desagregação para a agregação. Conhecer é fazer com que o entendimento seja capaz de manter distintos observadores juntos, apesar de suas diferenças. O grupo de observadores, em processo de relacionamento, constrói algo que lhes é comum e é esse algo que os mantém juntos como grupo. Conhecer, com efetividade, é ter a consciência de que participo de algo que me mobiliza, mas que também é fruto de minhas interações.
Em terceiro lugar, a aprendizagem efetiva abre mão do juízo crítico e caminha para a aprendizagem comprometida. Isso quer dizer que a crítica pela crítica é uma forma adoecida de relacionamento. Quando critico, mas não estou disposto a contribuir para a mudança, o que faço, de fato, é instalar um clima desagregador. Isso contribui para uma drástica redução da capacidade do grupo de se auto superar. Contamino os outros por um imobilismo cuja consequência é um cinismo relacional.
Na aprendizagem comprometida, a crítica é uma declaração do modo diferente como vejo as coisas, mas, embutido neste modo, há o desejo e a disposição para uma ação concreta e verdadeira na direção da mudança. Não é necessário que tudo aconteça do modo como desejo, mas, a crítica feita, sugere uma ação possível. A aprendizagem efetiva requer uma atitude proativa em relação às coisas e aos relacionamentos.
Em último lugar, a aprendizagem efetiva sugere que se tenha um deslocamento da premissa científica para a experiência existencial, em primeira instância. Considerar isso nos leva a entender que a experiência existencial precede a razão científica das coisas. Todos nós temos experiências existenciais com as coisas bem antes de ter alguma explicação sobre elas. Nossa perspectiva experimental é mais intensa do que a racionalidade com a qual explicamos essa experiência. Uma descrição pormenorizada de uma determinada fruta é bem mais pobre do que a experiência de degustá-la.
Longe de mim descrer da possibilidade científica, mas quero acentuar que a experiência existencial fornece uma possibilidade cognitiva-emocional bem mais intensa. Podemos viver sem a ciência - aliás a humanidade fez isso durante milênios - mas não vivemos sem a "experiência com as coisas". A aprendizagem efetiva inaugura uma nova forma de ver nossas relações com a novidade e com o desconhecido. Propõe a novidade como método, o envolvimento como hábito e o outro como parceiro.
*Homero Reis é coach e consultor em gente e gestão
Fonte Você RH
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
VAGA 02/FEV
Estamos Selecionando para um de nossos clientes Currículos para o Cargo de ANALISTA CONTÁBIL
Experiência na área Contábil, vivência em empresas de grande e pequeno porte. Dinâmico e bom relacionamento interpessoal.
Enviar CV para:
perfilrh.selecao@gmail.com
Experiência na área Contábil, vivência em empresas de grande e pequeno porte. Dinâmico e bom relacionamento interpessoal.
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